Autoavaliação

Autoavaliação e Planejamento Estratégio do PPG
 
Em 2019, a partir do seminário meio termo CAPES, a UFBA constituiu comissão para orientar os PPGs. As mudanças no processo de avaliação, com a proposta de uma nova ficha de avaliação dos programas pelo CTC/ES em 2019, alteraram significativamente essa realidade. Para além de demandar um planejamento estratégico - uma ferramenta de gestão que envolve o estabelecimento de metas de médio e longo prazo consistentes com a missão e visão de futuro e de uma análise do contexto – a nova ficha requer um projeto sistemático de autoavaliação. Embora tanto o planejamento estratégico quanto a autoavaliação se insiram em um processo de avaliação que continua sendo comparativo e base para o ranqueamento dos programas, a ênfase recebida por esses dois elementos constituem uma mudança significativa e sinalizam a tendência de que o processo externo de avaliação, no futuro, se volte para acompanhar e avaliar os processos de autoavaliação, reconhecendo as diferentes vocações de cada programa. Significa, também, um estímulo aos processos de autoaprendizagem e autodesenvolvimento do programa a partir do seu planejamento estratégico. Neste sentido, planejamento estratégico não pode existir sem acompanhamento e monitoramento do seu desenvolvimento. Vale destacar, que o próprio PDI da UFBA prevê mecanismos de acompanhamento e autoavaliação que já estão sendo desenvolvidos.
 
O IFBA criou uma comissão temporária de avaliação (CPA) de PPGs com a participação de docentes do DMMDC, e utilizou questionários diferenciados para os discentes que finalizaram o primeiro semestre de curso, para os discentes no meio do curso, para os discentes no final do curso, para os docentes, para os egressos e para os técnico-administrativos. Em 2020, foi publicada a portaria da comissão permanente de autoavaliação de PPGs no IFBA.
 
Com base nestas considerações, o DMMDC tomou a iniciativa de estruturar um projeto e um GT (Grupo de Trabalho) para a Autoavaliação e Planejamento Estratégico do PPG. Tal projeto procura assegurar processos básicos de autoavaliação que podem ser complementados, enriquecidos e ampliados considerando o PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) da UFBA, do IFBA, da UNEB, do LNCC, da UEFS e do Senai/Cimatec, respeitando cada cultura e cada tradição nesta área
 
GT de Autoavaliação e Planejamento Estratégico do PPG
Ana Menezes (Docente), 
Fátima Hanaque (Docente), 
Silvar Ferreira (Docente), 
Josemar Souza (Docente), 
Marcus Tulio Pinheiro (Docente), 
Urânia Maia (Docente), 
Antonio Carlos Souza (Docente), 
Erica Correia (Discente), 
Helio de Cristo (Discente), 
Sonia Pinto (Egressa), 
Beatriz Cardoso (Técnica Administrativa) e 
Camila Serpa (Técnica Administrativa).
 
PONTOS FORTES DO PROGRAMA
1) Elevação do número de defesa de teses (35 em 2018 e 17 em 2019 ) em relação aos anos anteriores (18 defesas em 2015, 17 em 2016 e 17 em 2017);
2) Elevação da responsabilidade compartilhada entre as instituições associadas, evidenciada pela seleção de novos docentes por meio de edital e pela seleção de estudantes para serem matriculados na UNEB e no IFBA, além da UFBA, que já vinha matriculando desde 2008;
3) Iniciativas de institucionalização da parceria entre as instituições associadas por meio de convênio interinstitucional e elaboração de nova regimento interno acentuando a responsabilidade compartilhada;
4) Construção devidamente cuidadosa do Analista Cognitivo com enfoque permanente na perspectiva epistemológica, teórica, metodológica e experiencial;
5) Composição de comissões para fortalecer, dialogar e consolidar as três linhas, considerando conceitos que identificamos como fulcrais para o DMMDC:
a) Difusão do Conhecimento;
b) Análise Cognitiva/ Design Cognitivo;
c) Modelagem;
d) Rede;
e) Criatividade;
f) Produção e Gestão do conhecimento;
g) Cultura e Sociedade de Informação;
h) Comunidades epistêmicas e/ou comunidade de práticas;
i) Tecnologia Social;
j) Ética.
 
6) Publicação de livros coletivos, embora com a conotação da endogenia, mas com prática salutar de nos envolvermos em organização de livros coletivamente, bem como aprender a lidar com o saber-fazer em nossas pesquisas a partir da composição da nossa natureza (em rede e multi/inter/transdisciplinar) construída pelo e partir do DMMDC;
7) Internacionalização, através da seleção de estudantes de outros países, além dos convênios e projetos em parcerias com Universidades Estrangeiras e de envio de docentes permanentes para pós-doutorado no exterior;
8) Valorização dos eventos promovidos pelo DMMDC incentivando a participação dos doutorandos para compor a Comissão de organização;
9) Intercâmbio entre os Grupos de Pesquisa, mediante o encontro dos seus respectivos líderes e participantes;
10) Acompanhamento dos egressos e o incentivo de convidá-los para participarem em nossos eventos, dialogando com o externo ao Programa;
11) Diálogo constante com as comunidades de práticas e comunidades epistêmicas através de treinamento Metodológico em Pesquisa e treinamento de Feiras Comunitárias, no desenvolvimento de Turismo Comunitário e no diálogo para fomentar a Tecnologia Social;
12) Difusão do conhecimento das pesquisas desenvolvidas através de blogs, jogos digitais e museus digitais;
13) Inserção com a Educação Básica através de treinamentos com educadores/as, e com pesquisas com os educadores/as e educandos;
14) Participação dos docentes como membros de Comitê das Agências de Regulação e de Fomento da Pós-Graduação;
15) Construção de projetos de pesquisa e Workshop, Seminários com Universidades estrangeiras e/ou com outros Programas de Pós-Graduação.
16) Diálogo e parcerias com o Executivo do Governo para promover pesquisas e eventos;
 
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PONTOS QUE PODEM MELHORAR
 
Em nossa capacidade de autoavaliação através das modalidades supracitadas: Seminário Interno, Encontro dos Docentes do DMMDC e das Reuniões do Colegiados identificamos os seguintes pontos a serem melhorados no Programa: 
Em relação aos Discentes: 
a) Na criação de mecanismos de participação e integração de discentes por intercâmbios de turmas por ano de seleção; 
b) Na criação de orientação por circuitos temáticos e nas co-orientações entre linhas; c) Na criação de comissões de organização de discentes de eventos já consolidados no Programa; 
d) Na elaboração de artigos com fator de impacto maior com seus respectivos orientadores/as e co-orientadores/as; 
e) Na criação e incentivo de Encontros de Discentes do DMMDC, organizado e elaborado por eles/elas; 
f) Aumento de turmas ofertadas das disciplinas da Grade Curricular; 
g) Na formação de recursos humanos no mestrado; 
h) Maior controle no tempo da defesa de qualificações e das teses; 
 
Em relação aos docentes 
a) No acompanhamento das produções anuais do Docente, através do Programa criado pelo docente Dr. Hugo Saba; 
b) No incentivo da escrita interdisciplinar, considerando as Ciências Experimentais e Exatas e as Ciências Humanas e Sociais; 
c) No incentivo da formação de bancas de qualificação e defesa dos/as orientandos considerando a diversidade do quadro de docentes, por área, por linha e por instituição, conforme previsto no regulamento, e escolha de representantes externos que valorizem os trabalhos defendidos; 
d) No incentivo a formação da parceria entre orientador e co-orientador intercambiando as três linhas 
 
Em relação á rede (UFBA, UNEB, UEFS, IFBA, LNCC e SENAI) 
a) Na otimização dos recursos e infraestrutura das instituições constituintes; 
b) Na regularidade das reuniões com Pro-reitores/as de cada instituição, junto com o Colegiado do DMMDC; 
c) Na formulação de projetos coletivos internacionais que envolva a vocação de cada instituição da rede; 
d) Na captação de recursos financeiros das agências de fomentos internacionais através da nossa rede já constituída e consolidada; 
Em relação à Inserção Social: 
a) Criar dispositivos de avaliação dos projetos realizados em comunidades de práticas; b) Difundir os jogos digitais educativos e museus digitais nas Escolas com mais intensidade; 
Em relação à Integração com a Sociedade/ Mercado de trabalho 
a) A criação de um Observatório das Comunidades Epistêmicas e Comunidades de Práticas no Estado da Bahia voltado tanto para identificar como os projetos com as Comunidades de Práticas desenvolvidos no DMMDC impactam e colaboram com a integração com a sociedade e geração de empregos nestes territórios e na resolução de problemas, quanto para identificar como projetos de outras Comunidades Epistêmicas atuam nos territórios de identidades.
 
 

 

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